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Economia

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Guedes pede a empresários que apoiem as reformas e não as paralisem

Por Direto da Redação 24/11/2021 às 22:38:39

Em evento do MBC, o ministro da Economia pediu que os empresários apoiem as propostas de reforma do governo, inclusive a tributária, que propõe um aumento do imposto sobre dividendos Em evento pela celebração de 20 anos do Movimento Brasil Competitivo (MBC), o ministro da Economia, Paulo Guedes, pediu que os empresários apoiem as propostas de reforma do governo, inclusive a tributária, que propõe um aumento do imposto sobre dividendos. “Peço que, como empresários, vocês apoiem as reformas e não as paralisem”, provocou o ministro ao lado do presidente do conselho de administração da Gerdau, Jorge Gerdau, e do o presidente da Toyota Brasil, Rafael Chang. Também participaram do evento dois ex-ministros da Indústria e Comércio, Dorothea Werneck e Luiz Fernando Furlan.

“Sujeitos com interesses menores vêm e diz: ‘tira o IR aí, bloqueia o IR aí, não deixa passar a reforma administrativa não’. Dentro e fora do governo. Dentro do governo tem um entorno também que acha que o presidente ganha se não fizer as reformas. Eu acho que é o contrário. Avançar com as reformas é o sinal de uma administração que quer mover o Brasil”, declarou Guedes.

"Tem gente que acha que tem que parar as reformas, que é um ano eleitoral, que é muito complexo. Aí entra o empresário que acha que é esperto e não tá entendendo nada”, acrescentou.

Leia mais: Guedes pede apoio de funcionários públicos à reforma administrativa

Crítica a economistas

O ministro voltou a dizer que o Brasil crescerá acima de 5% este ano e criticou novamente economistas que estão projetando crescimento nulo ou recessão para o ano que vem. O ministro da economia defendeu que o país precisa estar aberto ao comércio e que isso ajuda as empresas a se tornarem competitivas. O ministro comentou que a educação é a chave para aumentar a produtividade das empresas e que o futuro é verde e digital.

“Nenhuma indústria será em 10 anos o que é hoje”, comentou Guedes. Reiterou também que o governo preferiu tirar uma nota mais baixa no fiscal para atender as demandas sociais e políticas. “Pessoas estão comendo ossos, passando fome; por isso aumentamos a ajuda às pessoas”, disse. “Parece razoável tirar uma nota um pouco mais baixa no fiscal e considerar a parte política e social”, acrescentou. “Espero que o mercado entenda.”

Guedes defendeu a estratégia do governo de encontrar espaço para aumentar os gastos por meio da PEC dos Precatórios.

Fonte: Economia

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